24.04.12 - Equador
Realizam campanha para que crianças e adolescentes consumam alimentos saudáveis
Adital

A Campanha piloto Consumo Responsável para Pequenos Consumidores começou em 37 escolas e colégios municipais em Quito, que atendem um total de 47 mil estudantes. Este projeto se ampliará em nível nacional. Para isso, o Ministério de Indústrias e Produtividade (MIPRO) capacita professores e coordenadores pedagógicos para que ensinem aos menores sobre o que devem consumir. Além disso, a instituição entregará folhetos e manuais da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e também os editará no sistema braile para entregar aos estudantes cegos.

"Não basta ter crianças educadas se elas não geram um grau de cultura e educação para um nível de consumo responsável”, expressa Veronica Sión, ministra do MIPRO. Os ministérios de Saúde Pública e Educação têm um acordo interinstitucional para que nas cantinas escolares se ofereçam alimentos nutritivos. A isto se soma a intervenção da Direção de Defesa do Consumidor do MIPRO.

Martha Gómez, mãe de família, diz que esta campanha ajuda a saber que alimentos se deve dar às crianças para seu crescimento. Também, Liliana Larrea, mãe de família de quatro menores, assinala que isto fomenta a que as crianças possam dizer não ao consumo de comida fast food. "Meus filhos antes de comer vão lavar as mãos sem que eu peça”.

Os centros educativos têm uma norma em que proíbem a venda de alimentos não nutritivos ou fast food para criar uma cultura de consumo de alimentos mais sadios e responsáveis, indica a secretaria de Estado. "É preciso ajudar as crianças a tomarem consciência de que é necessário, para não adoecer e para ser pessoas altamente produtivas, ter um bom consumo de produtos sadios e nutritivos”.

Graciela Yánez, professora da Unidade Educativa Municipal Julio E. Moreno, menciona que o livro que o MIPRO lhes entregou foi socializado em diferentes materiais. "É muito melhor cultivar estas normas já que as crianças são mais constantes e meticulosas em aplicar o que é ensinado a elas”.

A isto se somam os programas e campanhas de controle e vigilância nos mercados para que se proveja o peso justo dos alimentos oferecidos. Este plano foi executado em 17 províncias e 82 cidades em nível nacional.

O montante que está sendo entregue pelo Estado como pagamento da dívida social é de $ 18 bilhões. Isto se reflete na educação, saúde, desenvolvimento infantil e na ativação do componente produtivo. A ministra Sión indica que aproximadamente 450.000 crianças que trabalham nas ruas também estudam. Além disso, o analfabetismo é de 6%, enquanto em 2011 era de 9%.

A notícia é de Infancia Hoy

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